11 de março de 2010

meu nome é JENECRILZA

Não resisti em reproduzir essa piadinha essencialmente pelo nome da personagem. Não chamariam tribufus (=mulheres feias) de Monika, por exemplo...rs... Divirtam-se!

Jenecrilza era uma daquelas moças feias, feias não, na verdade o capeta. Tão desengonçada que nunca tinha conseguido arranjar um namorado. Foi pedir auxílio a uma vidente: Minha filha! - disse a vidente. Nesta vida você não vai ser muito feliz no amor... Mas na próxima encarnação, você será uma mulher muito cobiçada e todos os homens se arrastarão aos seus pés... ' Jenecrilza saiu de lá muito feliz e, ao passar por um viaduto, pensou: 'Quanto mais cedo eu morrer, mais cedo começará a minha outra vida!' E decidiu atirar-se lá de cima, do viaduto na mesma hora. Mas, por uma dessas incríveis coincidências, Jenecrilza não morreu... Jenecrilza caiu de costas em cima de um caminhão carregado de bananas, perdendo, então, os sentidos... Assim que se recuperou, ainda atordoada e sem enxergar direito nem saber onde estava, começou a apalpar à sua volta e, sentindo as bananas, murmurou, com um sorriso nos lábios... 'Senhores, por favor! Um de cada vez...

8 de março de 2010

meu nome é CLAUDIONOR

Essa é em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Sim, Claudionor é uma mulher, mãe de dois dos maiores artistas do país, Caetano Veloso e Maria Bethânia mais conhecida por Dona Canô,.
Ano passado, Dona Canô completou 102 anos em setembro, no dia do aniversário de meu pai, 16 de setembro. Alguém tem dúvida que se chamar Claudionor foi um marco para ela se tornar a mulher que atravessa mais de um século de vida e continua liderando uma família de excêntricos artistas, cheios de opiniões de vanguarda, comportamento sexual fora dos padrões e com vozes essencialmente perfeitas?
Para ela e para todas as mulheres com nomes marcantes, ou não, música-poesia do filho de Claudionor chamada “A Mulher”:
Lá vai ela
Lá vai a mulher subindo
A ponta do pé tocando ainda o chão
Já na imensidão
É lindo
Ela em plena mulher
Brilhando no poço de tempo que abriu-se
Ao rés de seu ser de mulher
Que se abriu
Sem ter que morrer
Todo homem viu