30 de maio de 2010

meu nome é EDIALICE

Em tempos de Alice no País das Maravilhas, o nome virando moda nos cartórios com toda certeza, lembrei de uma história que Nilvane me contou – ainda escreverei sobre seu nome, Nil!

Na cidade onde nasceu, existiam três irmãs com nomes construídos a partir da junção do nome de seus pais, provavelmente Edson e Alice. Chamaram a primeira de Edialice. Certo, normal, o próximo sendo um homem poderiam chamá-lo de Edson Filho. Mas veio uma menina e, para serem coerentes com a ideia inicial, chamaram-na de Aliceédi. Ok! Exótico, mas tudo bem. Só que na terceira gravidez souberam que viria mais uma menina. Agora a desventura estava instalada na pequena família. O que fazer se não juntar tudo e batizar a caçula de Edialiceédi? Isso gerou uma das decisões mais certeiras do casal: vasectomia.

A história pode não ter sido exatamente essa, mas é baseada em fatos reais.

29 de maio de 2010

meu nome é ADRIANA

Adriana, nome com significado forte, batiza uma querida amiga paulistana e outras queridas que escreveram seu nome fácil de memorizar em minha vida.

Segundo um site www.mulhervirtual.com.br, Adriana significa “escura, morena, e revela uma pessoa com grandes chances de triunfar na vida, pois mostra interesse pelos mais variados assuntos e aprende tudo com facilidade. Sabe repartir com os outros o que consegue com o estudo e o trabalho” Lindo, não é? As Dris (apelido de todas as minhas amigas Adriana) são parecidas com essa descrição, inclusive a Dri que me pediu para escrever a história de seu nome, com ciúme de Henrique Sérgio (publicação maio/2010).

Achei outra descrição num outro site www.significado.origem.nom.br/nomes/adriana.htm que fala da marca no mundo das mulheres registradas com esse nome: ousadia, espírito competitivo, independência, força de vontade, originalidade. Acertei, amiga? É assim que você se vê? Foi por ver seus olhinhos que desafiam o mundo que seus pais lhe batizaram Adriana?

Para você, um trecho de uma música de outra Adriana que adoro, a Calcanhotto, que também gosta de gatos:

O gato é uma maquininha
que a natureza inventou;
tem pêlo, bigode, unhas
e dentro tem um motor.
Mas um motor diferente
desses que tem nos bonecos
porque o motor do gato
não é um motor elétrico.
É um motor afetivo
que bate em seu coração
por isso ele faz ron-ron
para mostrar gratidão.
No passado se dizia
que esse ron-ron tão doce
era causa de alergia
pra quem sofria de tosse.
Tudo bobagem, despeito,
calúnias contra o bichinho:
esse ron-ron em seu peito
não é doença - é carinho.

(O ron-ron do gatinho - Adriana Calcanhotto, Ferreira Gullar - in: Adriana Partimpim - O Show)

meu nome é NEIDE

É por esse tipo de piada que as mulheres estão perdidas ...rs... Pobres Neides...
Um sujeito vai ao médico para exames de rotina.
O médico, depois de ver a história clínica do paciente, pergunta:
- Fuma?
- Pouco.
- Tem que parar de fumar.
- Bebe?
- Pouco.
- Tem que parar de beber.
- Faz sexo?
- Pouco.
- Tem que fazer muito, mas muito sexo. Isto irá ajudá-lo!
O sujeito vai para casa, conta tudo a mulher e, imediatamente, vai pro banho. A mulher se enche de graça e esperança, se enfeita, se perfuma, põe roupa especial e fica na espera.
O sujeito sai do banho, começa a se arrumar, se vestir, se perfumar e a mulher, surpresa, pergunta:
- Aonde é que você pensa que vai?
- Não ouviu e entendeu o que o médico me disse?
- Sim, mas, aqui estou eu prontinha...
O sujeito:
- Aaaahhhh Neide!!! Neide, Neide, lá vem você com a sua mania de remédio caseiro!!!

meu nome é WOQTON

Ah, esses dias tive inspiradores nomes rodando minha vida e tenho que compartilhar com quem tem interesse e tempo de tornar a vida menos pesada divertindo-se com amenidades como eu.
Ontem precisei deixar meu carro na oficina em Itabatã e pedi para alguém de lá me deixar na fábrica. Ansiosa com o horário e as atividades que me esperavam, puxei conversa, começando do óbvio: como é seu nome? E, para minha alegria, escuto o exótico “Wonqton” (pronuncia-se Voquiton), repetido, pois não entendi e, por fim, soletrado para virar texto aqui.
Que maravilha! Uma pessoa chamada Woqton, do interior do Brasil, moradora do distrito Itabatã, lugarejo cortado pela BR 101, num dos trechos mais maltratados da rodovia federal, penúltimo distrito baiano na beira da estrada antes da divisa com o Espírito Santo. Não há o que comentar além do nome em si. Ele não soube me explicar bem de onde surgiu esse nome. Parece que existia um médico não sei aonde que se chamava Woqton, ou algum nome parecido.
Joguei no Google para ver se conseguia mais informações e encontrei o registro do próprio Woqton, comentando o serviço da oficina Automotiva no ItabatãNews (site de notícias local). Porém, São Google sempre estimula minha criatividade, e me mostra o Sr. Wochiton, abrasileiramento de Washington. Quem sabe esteja aí a raiz: Woqton > Wochiton > Washington. Filosofando: nomes próprios, o que são além de substantivos criados para registrar nossa passagem e demonstrar nosso poder na história da humanidade?

meu nome é HENRIQUE SÉRGIO

Aos amigos, tudo! Henrique é um velho conhecido e um novo amigo. E só depois que ficamos amigos que soube que seu nome compõe assunto para esta publicação, na coluna “exóticas combinações”, tipo Cláudio Gilson (publicado em novembro/2009).
Apresentou-lhes Henrique Sérgio, juntamente com uma pergunta maiúscula: POR QUÊ? Será que nossos pais, em seus dias de espera pelo filhote que irá nascer, ficam tão ansiosos que registram suas indecisões no cartório para se verem livres de ter que optar? Não sei, não sei... Às vezes parece a história da sopa de letrinhas: enquanto brincam com a massa da sopa, separando letras aleatoriamente com uma colher de cabo azul, escolhem nosso nome.
O nome de Henrique (Sérgio) pode ter sido baseado em fatos históricos. Um sábio que passou a semana conosco incorporou um título ao nome de Henrique: Henrique Sérgio Alves, o infante. Ficou bonitinho, eu gostei. Esse sábio também era um crítico e depois que descobriu o nome alternativo de Henrique ficou chamando o infante de Serginho – tipo de pirraça a qual quem tem dois nomes passa com freqüência.
Outra perguntinha: nomes duplos são como duplas personalidades? Você acha que Henrique, quando é chamado de Sérgio, se reconhece? Ele nos contou que quando sua mãe chamava “Henrique Sérgio, venha cá!” vinha bronca. Com isso temos três pessoas em uma: Henrique, Sérgio e Henrique Sérgio (ainda bem que só sou Ariana. Essa já me dá trabalho demais para interpretar, imagine se me chamasse Ariana Cristina, ou Maria Ariana, ou Ariana Catarina? Ufa! Obrigada, papai).
Taí seu texto, amigo, espero que goste. Também, com nome de nobre conquistador, você merece não um escrito em um blog, mas um link na Wikipédia portuguesa! Beijão,

27 de maio de 2010

meu nome é GAL

Como não escrever esse texto? Demorei até demais! Batizada Maria das Graças, Gal Costa é uma das vozes que mais marcou meu gosto musical. Como disse no texto do Nazi, amo música, em especial brasileira, e vou cair no lugar comum de falar sobre esse assunto aqui, ali e acolá, basta encontrar espaço e inspiração.
O título da música de Gal deve ter ficado em meu subconsciente para que eu o reproduza a cada texto desse blog - e essa nem é a minha preferida das que canta. Agora, aqui pra nós, tem todo um estilo cantar “meu nome é Gal / e desejo me corresponder com um rapaz que seja o tal / e não faz mal / que ele seja branco, não tenha cultura / de qualquer altura / eu amo igual / meu nome é Gal / e tanto faz que ele tenha defeito / ou traga no peito / crença ou tradição / meu nome é Gal / eu amo igual”.
Abrindo meus parênteses, imagino a versão “meu nome é Maria das Graças / e desejo me corresponder com um rapaz que seja uma traça (!) / numa praça / nunca sem-graça / só na pirraça”. Deixa pra lá que definitivamente não sou compositora.
Nome de santa batizou a mulher da voz aguda, visceral, que canta “sua estupidez não lhe deixa ver que te amo / tanto” e me faz sentir isso, mesmo não direcionado a alguém, mas ao delicioso calor do amor dentro do peito. Gosto muito também de "Baby", a canção que marcou a história, interpretada por ela: você precisa saber da piscina, da margarina, da Carolina, da gasolina/ você precisa saber de mim / baby, bay / I love you. E gosto tanto de "Negro Amor", o tempo marcado da década de 1970: vá, se mande, junte tudo que você puder levar / ande tudo o que parece seu é bom que agarre já. O ápice foi quando ela apresentou Zeca Baleiro para a mídia (e para mim), com “ando tão a flor da pele que qualquer beijo de novela me faz chorar” – agradeço especialmente por isso. Quem canta assim, pode ter o nome que quiser na vida, até Gal que rima com cal, mal, pau, sal, tal. O importante é não deixar a música jamais. Salve, salve as grandes intérpretes brasileiras!

“Meu nome é Gal, tenho 24 anos
Nasci na Barra Avenida, Bahia
Todo dia eu sonho alguém pra mim
Acredito em Deus, gosto de baile, cinema
Admiro Caetano, Gil, Roberto, Erasmo,Macalé, Paulinho da Viola, Lanny,Rogério Sganzerla, Jorge Ben, Rogério Duprat,Waly, Dircinho, Nando,
E o pessoal da pesada
E se um dia eu tiver alguém com bastante amor pra me dar
Não precisa sobrenome
Pois é o amor que faz o homem."

17 de maio de 2010

meu nome é AURÉLIO

Hoje me peguei em dúvida com a escrita de uma palavra e pensei logo em consultar o (dicionário) Aurélio. Veja só, Aurélio é um nome de gente com significado de marca! O Aurélio é o mais famoso lexicógrafo (pesquei) do país. A gente chama todos os dicionários de Aurélio por causa desse alagoano Buarque de Holanda, primo distante do pai de Chico Buarque, que se preocupava com a língua portuguesa e amava as palavras (li isso na Wikipédia, não é lindo?).
Um pouco de história, Aurélio foi eleito imortal na Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira de Austregésilo(!), que por sua vez foi precedido por Heráclito(!), que sucedeu Pedro – ufa, finalmente um nome normal! Não contente, fucei mais um pouquinho a Academia e achei um Esmerino(!). Cruzes...
Quando criança, foi no Aurélio que descobri a palavra ósculo e passei a enviar um ósculo para minha prima Tina em todas as nossas cartinhas escritas em papel de carta customizado.
Não tenho vergonha de abrir meu mini Aurélio para ver como escrever uma palavra, ou usar como recurso em sala de aula para meus alunos no projeto onde sou voluntária. Aurélio, além de nome, é recurso positivo.
Oriovisto (!) Guimarães, Diretor-Presidente do Grupo Positivo, escreveu na apresentação do mini dicionário que “mais do que território, mais do que os costumes, mais do que a história e a geografia, é a língua que nos une”. Adorei a figura de linguagem e seu nome exótico. Só no Aurélio que encontraria isso.

13 de maio de 2010

meu nome é FRANCISCO

Hoje desejei ser um receptor, um grande satélite, um microfone em escala humana para que todos pudessem ouvir o que ouvi na palestra de Leonardo Boff na Conferência Internacional do Ethos. Ele falou por meia hora, seguindo os princípios da Carta da Terra, e a cada tópico eu me arrepiava mais com tanta sabedoria, poder de persuasão, força vital. Falou de Tolstoi, de Gandhi, Freud, Saint Exupéry, Santo Agostinho, fez citações incríveis e me fez chorar sem controle ao final da palestra. É um iluminado, com certeza.
Calma, não escrevi o nome errado no título. É de Francisco que quero falar. O prof. Leonardo falou de Francisco, aquele de Assis. Esse é um nome perfeito para estar aqui. Sou neta de dois Franciscos, um Trindade, um Assis. Tenho uma imagem do santo na minha sala, de braços abertos, que me acompanha há muito. Tenho respeito e amor intenso por sua oração e todo dia quatro de outubro rezo por meu avô e pelo mundo.
Prof. Leonardo falou coisas lindas, de encher qualquer coração ressecado de uma nova esperança bem verdinha. E rezou, leu a oração de São Francisco como se estivesse recitando um mantra. Mostrou para todos que o negativismo é submetido ao positivo. Deu uma das maiores lições de amor que já presenciei, para um grupo diverso, vestido de cinza e preto, e pouco amoroso.
É essa oração que quero reproduzir aqui, pedindo apenas que, ao final da leitura, feche os olhos, pense no bem que é perdoar:
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz
Onde houver ódio, que eu leve o amor
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão
Onde houver discórdia, que eu leve a união
Onde houver dúvida, que eu leve a fé
Onde houver erro, que eu leve a verdade
Onde houver desespero, que eu leve a esperança
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado
Compreender, que ser compreendido
Amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe
É perdoando que se é perdoado
E é morrendo que se vive para a vida eterna.

8 de maio de 2010

meu nome é JESUS

A intenção não é falar do namorado de Madonna, nem do refrigerante maranhense que vence na popularidade até a Coca-Cola. Falo aqui do filho da Madona, do mais popular dos homens. Esse é um texto muito difícil de escrever. Um nome com significado santo. Esse desejo veio hoje, especialmente, após assistir uma parte de um filme que nem sei o nome, onde vi retratada a nossa vontade de sublimar o real e tocar o céu.
O filme falava de um homem com uma busca filosófica, solitária, quase depressiva, de atingir o intangível. Lembrei logo Dele, de sua busca nos 40 dias no deserto, de como sofrer provoca a mudança de percepção da vida, de como a gente sai – quando sai – fortalecido de uma tristeza intensa, da solidão, do não compartilhamento. Aproximei-me do que imagino ser o real dessa figura que divide a história antes e depois de sua passagem pelo mundo.
Fico imaginando quanta responsabilidade é carregar um nome como “Jesus”. Só para ilustrar lembrei de quando desembarquei um dia desses no aeroporto de Salvador, meio sonolenta, e vejo no saguão, um imenso painel com a foto de Jesus Luz de braços abertos, sem camisa, em posição de crucifixo, com cara de sedução, vendendo o jeans que vestia. Sentenciei em meio a confusão do sono: pretensiosos somos todos nós; queremos ser santos, homens, pobres de espírito, consumidores de marcas, rótulos humanos. No fundo a crítica é só para mim que busco a alienação de qualquer forma, que preciso entrar na zona de conforto e vira e mexe estou na zona de confronto.
Enfim, quero deixar aqui, em meu canal mais público de desabafo, a sugestão de leitura de Gibran Kalil Gibran, um livro maravilhoso, chamado “Jesus, o Filho do Homem”, o que mais O aproximou de mim e que modificou meu olhar sobre quase tudo, e que deu um significado muito especial ao nome que trago sagradamente em meu coração e em minha mente.

meu nome é ALICE

Mais que óbvio é assistir o filme de Tim Burton e ter vontade de escrever sobre Alice. Esse é um dos nomes femininos que mais gosto. Se minha irmã tiver coragem de tentar outro filho e ele for “ela” chamar-se-á Alice. Usar mesóclise atualmente é estranho, eu sei, mas ver pessoas assistindo Alice sem ter noção de que ali está um recorte de uma obra prima da literatura inglesa também foi muito estranho pra mim.
Alice é um nome que, em minha imaginação, tem mil significados. Menina, aventura, sabedoria, reflexão, tédio, loucura, devaneio, franqueza, liberdade, maturidade, transformação... Escreveria fácil mais novecentas e oitenta e nove palavras para definir o que esse doce nome me lembra, mas o texto ficaria um pouco longo.
Alice entrou em minha vida por meio da Disney, primeiro a revista, depois a animação; houve o livro, claro, e agora rememoro no cinema surreal de Burton a linda queda no poço que abre um mundo de maravilhas. Usamos uma frase na apresentação de nosso projeto experimental na faculdade: “se não sabe aonde ir, qualquer caminho serve”.
Gostei do filme, hiper real, muito bom. Tem cheiro de Alice!

"Comece pelo começo, siga até chegar ao fim e então, pare". (Lewis Carroll em Alice no País das Maravilhas)

5 de maio de 2010

meu nome é RAJ EMANUEL

Essa é a história pública do casal Renaldo e Luciene que decidiu batizar seu filho de Raj Emanuel e o dono do cartório, usando como álibi a Lei 6.015/73, artigo 55, que prevê que "os oficiais do registro civil não podem registrar nomes que exponham ao ridículo os seus portadores", não quis fazer o registro da criança. Detalhe importante: o nome do oficial de registro civil é Venizélos - trauma ou vingança? Tem até um vídeo, veja a cara (de pau) do pai - sempre ele...:
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2010/05/justica-autoriza-pais-registrar-filho-com-nome-de-raj-em-mg.html

2 de maio de 2010

meu nome é DENIS

Esse é especial para meu amigo Denis que não sabia o porquê de seu nome até uma curiosa colega de trabalho perguntar inocentemente: por que seus pais lhe deram esse nome? E ele, encabulado, responde que não sabia, mas iria pesquisar!
Pobres de meus amigos... Têm que saber essa sentença na ponta da língua para matar minha curiosidade. Também não compreendo como as pessoas passam suas vidas carregando nomes que não sabem de onde veio, qual foi à motivação de seus batismos, como chegaram aos exóticos “Saiene” e aos normais “Marco”.
Será que tenho curiosidade acumulada? Enfim, chega meu amigo dia desses e me lança a informação que busquei: Denis era o nome de um navio. Agora acho que ele tem mais orgulho de assinar seu nome, afinal ele teve uma razão de ser o nome escolhido e carrega uma história consigo. Adoro contextualizar vidas!

meu nome é JOÃOZINHO

Já sabem de quem estou falando: Joãozinho é o nome mais marcante das piadas brasileiras; comunica fácil o que vem pela frente quando alguém começa a contar "um dia, Joãozinho blábláblá". Comunicação eficiente demais para querer me intrometer com dissertações e porquês: Joãozinho, sempre no diminutivo, sinônimo de safadinho e escrotinho, fala por si só!
- Joãozinho, se eu digo"fui bonita" é passado, se eu digo "serei bonita" é futuro e se eu disser "sou bonita" o que é?
Joãozinho responde prontamente:
- É mentira!