24 de abril de 2011

meu nome é ZERO3

Na Páscoa, tenho um coelhinho da Páscoa brincando no meu quintal. Seu nome é Zero3 e vamos a história e a escolha do nome.
Semana passada estávamos em treinamento e meu nome era Zero3. Salvei o coelhinho de ir para a panela e coloquei o meu codnome nele, marcando nosso encontro. Simples assim.
Na verdade, contar detalhes não acrescentaria em nada nossa historinha aqui no blog, afinal ninguém ficaria feliz em ler que chorei compulsivamente, abraçada ao animalzinho, impotente por ser a única coisa a fazer (ou a única que conseguia fazer) para tentar amansar o coração do portador da faca. Deu certo, o comedor de cenouras está agora embaixo da cadeira, estatalado de cansaço pelo dia de brincadeiras e comilanças.
Nunca foi meu projeto ter um coelho. Ju até falou que minha casa mais parece uma Arca de Noé e até concordo. Sempre tem um bicho por perto: cachorro, pato, gato, pássaro (solto) e agora um coelho. Ela não compartilha esse gosto comigo, mas me conhece bem para saber que faço por amor, cuido por amor.
Adoro olhar para animais, parecem espíritos mais evoluídos que nós humanos, no sentido da emoção. São dóceis, amorosos, têm personalidade e são espertos até dizer chega! Sem levantar qualquer bandeira da religiosidade X ou Y, acredito que animal tem alma e grande!
Queria tirar uma foto de Zero3 agora, mas sei que vai acordá-lo e sinto pena. Não foi a toa que guardei até hoje  o livro de Clarice Lispector "O Mistério do Coelho Pensante", lido na minha infância, sobre o movimento que o coelhinho faz no nariz até formar um pensamento. Assim tenho me entendido com Zero3 que movimenta esse nariz mais de um milhão de vezes no dia até formar uma folhinha de couve no balãozinho do pensamento. Sabido que só!

Zero3, a cenoura e eu

meu nome é AREZZO



Quem inventou as notas musicais foi um monge beneditino, Padre Arezzo, músico e pesquisador, que viveu aproximadamente entre os anos de 995 e 1095. Para criar os nomes das notas, ele tomou a primeira sílaba de cada verso de um hino de louvor a são João Batista: “Ut queant laxis / Resonare fibris /Mira gestorum / Famuli tuorum / Solve polluti /Labii reatum / Sancte Iohannes”. No século 17 houve a troca de "ut" por "dó".

17 de abril de 2011

meu nome é MART'NÁLIA

Martnália - escrita original - é a mistura do nome dos pais Martinho (da Vila) e da cantora Anália. Estou me habituando a sua voz rouca e seu jeito malandroso, ouvindo seu CD "Mart'nália: Berlim Ao Vivo". Destaco a música "Essa Mania", dela e de Moska (que já adoro há anos):



Hoje o meu coração mudou
Já não sei por quem vim, quem sou
Mas sinto e sou capaz
E o resto tanto faz
Foi só eu descansar
Junto ao pé de uma arvore que me acolheu
E depois me ocorreu
Vi que a vida que vivia em mim
Agora vive aqui nesse lugar
Em volta das sombras
Essa ilha é a reunião das infinitas direções
Que o vento traz com as ondas
E é quando me vejo a garimpar
As pedras, a montanha, o seu olhar
Rest la maloya, Rest la maloya,
Rest la maloya, Rest la maloya,
Rest là-même
Essa menina, essa menina, essa menina
Essa menina vem me dizer
Apesar de saber
Que nem tudo que eu quis eu pude conhecer
Nem deu pra mais prazer
Se cheguei até aqui
Bem no topo do vulcão, não posso mais descer
Mas tem como escorrer
Porque a natureza do amor
Está contida na beleza e na surpresa das manhãs
Dias que parecem tão iguais
Mas de repente vem sinais de uma nova magia
Depois desse encontro singular
O mato, o rum, o vinho, o mel e o mar
Essa menina, essa menina, essa menina
Essa menina vem me dizer
Rest la maloya, Rest la maloya,
Rest la maloya, Rest la maloya,
Rest là-même
Essa mania, essa mania, essa mania
Essa mania de viver
Essa mania, essa mania, essa mania
Essa mania de viver
Rest la maloya, Rest la maloya,
Rest la maloya, Rest la maloya,
Rest là-même
Rest la maloya, Rest la maloya,
Rest la maloya, Rest la maloya,
Rest là-même