28 de maio de 2012

meu nome é WATSON

Elementar, meu caro Watson! Existem pessoas que estão no seu caminho para construir e outras para destruir. É fato que tanto uma como outra tem sua colaboração nos diversos aprendizados que precisamos encarar para nos tornarmos mais construtores e menos destruidores, mas às vezes os destruidores enchem!
Sherlock Holmes olharia para esses sangue-sugas de felicidade com uma sobrancelha levantada, o cachimbo na mão direita e chamaria Dr. Watson para explicar tudo. Cadê Dr. Watson para me explicar? Na verdade quero que ele me convença de que é normal depreciar o outro, é normal não oferecer ajuda, é normal olhar vazio, é normal ser desleal, é normal minar alegria, é normal ser cruel nas palavras, é normal menosprezar, é normal chamar tudo isso de mundo normal:

- Elementar, minha cara Ariana, o mundo normal não tem exatamente a mesma normalidade que você acha plausível para convivência social. O homem normal está em todos os lugares normais. Nas salas, nos sofás, nos escritórios, atrás dos computadores, respondendo e-mails, nos bares, salões, linhas de produção, colégios, tribunais, bancos, igrejas, academias. Você quer forçar uma escala "santa" de normalidade. Não foi verificada evidência de que o homem/ a mulher possa, hoje, construir algo além do que a normalidade-normal. O ser-em-si não está preparado para abrir mão das convenções. O ser-em-si quer ganhar, nunca perder, e o conceito de ganhar e perder é rígido, extrapola sua normalidade santa. Você tem que aprender que Louis Vuitton faz mais sentido que Louis Pasteur. Jack Daniels é mais que Jack London. É fato, os nomes são apenas nomes, os normais apenas normais. Essa investigação nos leva a constatações óbvias: seja menos rígida, seja menos exigente, seja menos.
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19 de maio de 2012

meu nome é AYRTON e SENNA

Definitivamente essa matéria publicada na Folha, mas feita para este bloguinho:

"Sim, Ayrton, acho que vou ao baile com você", respondeu Senna, sorrindo.



Pouco antes, Ayrton chegava à sala de aula com um bolo e o colocava sobre a mesa de Senna. Na cobertura feita pela mãe do estudante está o convite para a amiga ir à festa de formatura com ele.



O "Ball", baile realizado no último sábado, em São Francisco, é um dos mais tradicionais ritos de passagem da juventude nos Estados Unidos.

O peruano Ayrton e a californiana Senna ainda vão receber, dia 11, seus diplomas do curso correspondente ao segundo grau no Brasil.

Ainda em junho, ela no dia 17, e ele, no 24, completam 18 anos. Mesmo tempo decorrido da morte do tricampeão de F-1 que inspirou seus pais.

Ayrton e Senna, porém, demoraram três anos para conversar sobre a coincidência. "Quando ouvi o nome dele pela primeira vez, imediatamente associei a Ayrton Senna. Mas imaginei que ele não deveria conhecê-lo", disse Senna Helene Milstead, 17, por e-mail, à Folha.

Leia mais:

http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1092604-ayrton-e-senna-formam-casal-e-vao-juntos-a-formatura-nos-eua.shtml