31 de março de 2017

meu nome é BLOGUINHO

Toda vez que abro esse espaço
Dá vontade de abraçar
Cheirar o cangotinho
Encher de beijinhos
Como um filhote recém-nascido

Ele está até velhinho
Um jovem rapaz
Mesmo assim faço dengo
No meu primeiro rebento
O que saiu de meu poros
Das minhas dores
Do meu riso
E me curou tantas vezes

Nem sei fazer poema
Mal sei escrever prosa
Sei mesmo é de amor
De amizade, de carinho
De acomodar a alma na ponta dos dedos
Sei fazer barulho no teclado quando escrevo
Pegar um caderno antigo e cheirar fundo
Espirro seguido de felicidade

Leio cada crônica, cada conto
Como se fosse filho único
Filho de meu pensar, do meu sentir
Minha jornada, só minha
Dividida com quem chegar perto

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